"Intocável como um distante céu de diamantes, estou alcançando você
E Eu apenas, não posso te dizer poque."
Untouchable
Sam: não estou sendo sarcástica, só é divertido - riu e veio ate mim
Eu: não estou brincando, quero explicações agora mesmo - falei autoritário
Sam: Ciumes Justin? - Ela perguntou e aproximou sua boca ate a minha, ela puxou meu lábio inferior e em seguida sorriu.
Eu: Para Sam - peguei em seu braço e ela riu- Mais o que é que ta acontecendo? você não é assim - disse e ela se rendeu dando um longo suspiro.
Sam: Eu pensei que só assim você me notaria - falou se jogando na cama e reprimindo os lábios.
Eu: mas.. eu te noto! - afirmei- Não precisa dar esse show todo- completei e ela me fitou.
Sam: Eu acho que preciso sim - disse séria - Ontem você brigou comigo só porque eu queria transar com você - levantou da cama e me fitou séria.
Eu: Sam... - suspirei - A gente já falou sobre isso... eu quero que seja especial, não que seja de qualquer jeito -exclamei
Sam: Seria especial ontem se você me desejasse como uma mulher - falou - Não importa quando ou onde aconteça, o que realmente importa é de como é feito, se há amor e ligação não há o que temer - terminou e deu de ombros.
Eu: Tem razão - falei em um sussurro -Mas porque você tava com aquele cara? -perguntei e ela riu
Sam: Eu já falei... ele só é meu amigo - respondeu sem me olhar.
Eu: Tem certeza? não pareceu quando você tava rindo e até mesmo quando estavam de mãos dadas - exclamei exaltado.
Sam: Você não entende nada! -afirmou- Isso é só seu ciume patético te deixando cego -riu sem humor- Agora vai dizer que não confia mais em mim? eu nunca te dei razão alguma pra não confiar - me olhou com os olhos lagrimejados- Eu não falo nada quando você ta rodeado de garotas se esfregando em você.
Eu: Pera ai, isso é totalmente diferente, elas são minhas fãs - falei- e não estou dizendo que não confio em você não confio nele! - continuei
Sam: Elas? suas fãs? tem certeza anjo? -perguntou irônica- Aquelas garotas estão longe de ser suas fãs e você sabe disso.
Eu: Sam não seja paranoica -falei irritado.
Sam: O.k talvez você não queria ficar com uma paranoica -gritou chorando e saiu batendo a porta.
Mas o que foi que eu acabei de fazer? briguei com a mulher que eu amo por besteira! logo agora que eu estou prestes a partir. Sai do quarto procurando por ela e não a encontrei em nenhum comodo da casa, ela deve está me odiando agora!
*P.O.V(Sam)*
Sair desesperado daquele quarto, eu não aguentava mais olhar pra cara dele! As lagrimas teimavam em cair desesperadamente, entrei dentro da floresta e segui caminho a dentro, quando percebi que já estava longe parei e me encostei em uma árvore. Por que ele insistiu em me magoar daquela forma? Insistiu em defender todas as coisas que ele achava que estavam certas sendo que não estavam. Defendeu todas aquelas meninas... até mesmo Clarie, que também estava no meio.
Chorei mais ainda ao lembrar de seu tom de voz, como podê ter tanto ciume de um garoto que eu conheci a algumas horas? não, este não era o Justin que eu conhecia há alguns dias atrás, possesso e autoritário, limpei as lagrimas e levantei dando de cara com uma coisa que eu não imagina encontrar.
Era a árvore na qual ele tinha escrito a mensagem pra mim, a qual transmitia seu pedido de namoro! sorri ao lembrar daquela noite. Aquela foi sem sombra de dúvidas a melhor noite da minha vida.
Flashback ON
Justin: Consegue ver ? - perguntou
Eu: ver o que ? - franzi a testa
Justin: isto - aponto pra árvore e pude perceber que havia uma especie de mensagem escrita na mesma , olhei pra ele não acreditando no que via
Eu: Justin ... - me interrompeu
Justin: leia - falou baixo , apenas acendi e comecei a ler o que estava escrito
Justin
Flashback OF
Lembro-me da forma como ele sorria enquanto eu lia, ou da forma de como me pegou no colo e de todas as frases românticas, aquilo me fez parecer a garota mais feliz do mundo, até hoje! Não digo que não o amo mais, mas que estou magoada, eu estou.
Sorri e chorei ao mesmo tempo, Droga! porque eu tinha que ama-lo tanto ao ponto de não conseguir odiá-lo? Chorei e me sentei na grama verdinha, o tempo estava nublado parecia que vinha uma grande tempestade por ai, mas o que eu menos me importava agora era isso.
Senti um pingo de água cair sobre mim, olhei pro céu e vi algumas mais caírem freneticamente, era agora que eu morria! permaneci intacta, Talvez eu estivesse agindo feito uma criança, mas se fosse outra pessoa em meu lugar faria o mesmo, brigar com a pessoa que ama não é fácil. Deitei sobre a grama que agora estava molhada eu também estava encharcada e agora ouvia alguns fortes trovões, e pela primeira vez eu quis morrer.
*P.O.V (Justin) *
Paul: Oh meu Deus, cade minha filha Justin ? o que aconteceu? -Paul perguntava desesperado, ainda mais pelo fato de Sam poder está no meio da tempestade
Eu: Paul... eu não sei -falei baixo- A gente teve uma discussão e ... - ele me interrompeu
Paul: Ai você simplismente a deixou sair? - falou exaltado - Você não pensa Justin? -eu baixei a cabeça e vi ele andar de um lado para o outro com o celular na mão.
Rosa: O que está fazendo? -perguntou com os olhos lagrimejados
Paul: Ligando pra algumas pessoas, pra ver se sabem do paradeiro de Sam -falou e ela assentiu deitando no ombro de sua irmã, tudo aquilo era culpa minha, talvez eu não servisse para Sam.
Eu: Me desculpem, eu não queria que isso acontecesse -falei me levantando
Paul: Tudo bem Justin -sorriu confortador- Eu sei que vamos encontra-la, assenti e caminhei em direção da porta
Anne: Aonde você vai com essa chuva toda? -perguntou preocupada
Eu: tenho que procura-la
Sai e corri para o meu carro, bati a porta enfurecido. Isso é tudo culpa minha! eu fui um idiota. Eu não deveria ter sido tão ciumento, se acontecer alguma coisa a Sam eu nunca vou me perdoar e a família dela vai me odiar. Senti meus olhos lagrimejarem e sem pudor comecei a chorar.
Dei partida no carro e fui até a casa de Sav, o Paul já tinha ligado para lá mas não custava conferir, quando cheguei lá Sav estava desesperada, chorava dizendo que Sam podia está em qualquer lugar agora, ela me disse pra ir embora, falou isso de uma forma como se eu fosse o culpado e de fato eu era. Sai de lá e continuei rondando as redondezas, mas nem sinal dela, como era cidade pequena todos já sabiam. Depois de algumas horas eu voltei para casa na esperança de acha-la lá sã e salva, mas... ela não estava.
*P.O.V(Matthew)*
Estava na cachoeira quando começou a chover, eu gostava de ficar na chuva, pra nadar era ainda melhor. Fiquei algum tempo lá mas quando começaram os trovões decidi ir pra casa, não era seguro ficar exposto a este tipo de coisa. Como a casa do meu avô era perto da cachoeira eu estava a pé mesmo, peguei minhas roupas e as vesti, passei a caminhar em passos rápidos, quando cheguei ao bosque vi um corpo intacto perto de uma árvore. caminhei até lá rapidamente e levei um grande susto quando vi quem era... era Sam! tombei para trás e vi que ela estava desmaiada, rapidamente a peguei nos braços e passei e logo cheguei a casa de meu avô.Quando ele a viu disse que todas estavam a procurando, pedi pro meu vô pegar o carro ela precisava de um médico e rápido.
Eu: Vô pega o carro, ela precisa de um médico -falei com ela ainda em meus braços, ela estava gelada, como se estivesse... morta!
Vô: Já está pronto! -exclamou- preciso avisar a família, você vai na frente e depois eu vou -ele falou e eu assenti entrando no carro.
*P.O.V(Sam)*
Pisquei uma vez e a luz invadiu meus olhos. Queimava.
XXX: Sam? -ouvi uma voz chamar meu nome. Mas não conseguia decifrar a quem pertencia.
Pisquei novamente tentando focar a vista. Tinha alguém na minha frente, por isso não conseguia ver muito do lugar. Ondes diabos eu estava?
Eu: Hum... -murmurei sem conseguir formas palavas- O que eu...
XXX: Sam! -suspirou alguém muito aliviado e me abraçou- Graças a Deus você acordou.
Me afastei da pessoa e a medida que minha menta começava a funcionar direito, reconheci era Matthew.
Eu: Matthew? -sussurrei- O que aconteceu? Onde estou? -Ele engoliu em seco e segurou minhas mãos.
Matthew: Eu te encontrei desmaiada no bosque- sussurrou de volta- Por conta da chuva você teve hipotermia e desmaiou. Eu sinto muito! -Passei as mãos pelos meus cabelos revoltados.
Eu: Tudo bem -sussurrei- Tudo bem. Há quanto tempo estou assim?
Matthew: Duas horas. Os seus pais acabaram de chegar e já vão vim te ver -ele sorriu
Eu: Como eu estou? -perguntei, atordoada, observando minhas mãos e a camisola horrível do hospital. -Matthew riu.
Matthew: Você vai ficar bem. A hipotermia já passou. E... -ele sorriu me olhando- Você está linda. -corei e ouvi algumas batidas na porta. Meus pais passaram pela porta mais atordoados do que eu.
Rosa: Filha... - ela exclamou vindo me abraçar- Graças a Deus você está bem! -ela falava enquanto me abraçava, estava me apertando que eu chegava a ficar sem ar.
Eu: mãe... -sussurrei e ele se tocou
Rosa: Desculpa filha -ela se afastou e ficou do lado da cama amaciando meu cabelo
Paul: Filha! -meu pai me abraçou com os olhos lagrimejados- Eu nunca fiquei tão preocupado na vida. Nunca mais faça isso de novo -ele falou me abraçando forte.
Eu: Desculpa papai...
Paul: Calma filha, tudo vai ficar bem! - ele exclamou passando a mão pelo meu cabelo.
Anne: Querida...-minha tia me abraçou- Meu Deus, eu nunca fiquei tão aflita em toda minha vida. -ela falava enquanto me abraçava forte.- Se não fosse por este rapaz... Meu Deus eu nem sei o que teria acontecido- Matthew sorriu
Matthew: Eu não fiz mais do que minha obrigação, Sam é minha amiga, eu fiquei louco quando a vi naquele estado- ele falava parecendo lembrar de horas atrás.
Eu: É... eu vou ser grata a você por toda a minha vida. -sorri pra ele- E então... O Justin... Veio? - perguntei e todos me olharam e em seguida meu pai falou.
Paul: Ele veio sim, está lá fora! -ele afirmou- Ele disse que queria falar com você... a sós. -assenti e continuei conversando com eles, até que a enfermeira veio e disse que teriam que sair.
Rosa: Mas como sair? temos que ficar com a nossa filha. -minha mãe falava
Enfermeira: Eu sei senhora, mas o horário de visita já acabou. Vocês podem ve-la amanhã -ela falou simpaticamente. -Minha mão assentiu e veio ate mim.
Rosa: Tchau filha, amanhã cedinho eu venho aqui -ela deu um beijo melado em minha bochecha.
Eu: Tá mamãe -sorri
Paul: Logo Logo você sairá daqui, o doutor disse que provavelmente amanhã mesmo -eu assenti e meu pai me abraçou. -Venho logo que puder.
Eu: Está bem -sorri, em seguida minha tia veio me abraçar, também falou que viria amanhã e logo todos saíram. Ficamos só eu e Matthew, ele ficava o tempo todo tentando me fazer sorri, tenho que admitir que em um dia ele se tornou uma pessoa muito importante em minha vida. Senti falta de Sav, mas me disseram que ela não podê vim, entende!
Meu pensamento agora estava em Justin... Se o conheço bem ele devia está se sentindo culpado, mas não foi dele, foi minha mesma! Eu fui burra de ficar no meio da tempestade. Mas toda aquela discussão começou a vim de novo em minha cabeça, nós nunca havíamos discutido daquele jeito. Ouvi alguém me chamar.
Matthew: Sam... Sam -ele me chamava
Eu: Hum...-eu murmurei depois de um tempo, ele sorriu
Matthew: Tem uma pessoa querendo te ver -ele falou sério
Eu: Quem? -perguntei e vi ele entrar no quarto, era Justin! Depois de um longo silêncio Matthew se pronunciou.
Matthew: Bom... já que Justin chegou, vou deixar vocês a sós. -ele falou e veio ate mim. -Tchau Sam -ele beijou minha testa - Fica Bem. -sorri e ele se foi.
Um longo silêncio tomou aquela sala, eu fitava Justin que também me fitava. Até que ele finalmente se pronunciou.
Justin: Você ta bem? -ele perguntou
Eu: Sim...
Justin: Me perdoa pelo que aconteceu mais cedo -suspirou pesado- A gente... eu me equivoquei.
Eu: Ér... - murmurei fitando minha mão
Justin: E então...Você ainda me odeia? -ele perguntou com uma expressão de dor, eu sorri amarelo.
Eu: Nunca te odiei.
Justin: Isso é bom -ele sorriu e eu fiquei quieta.- Sabe... se tivesse te acontecido alguma coisa... grave! eu me culparia pra sempre. -eu mordi o lábio inferior o fitando.
Eu: Ta tudo bem agora! -exclamei e ele sentou na beira da cama e ficou me olhando por um bom tempo.
Justin: Eu nunca me senti tão aflito na vida -ele falou
Eu: Você não sabe quantas vocês eu já ouvi essa palavra hoje -ele riu
Justin: Imagino... -ele murmurou- E então... É o nosso Fim? -ele perguntou com uma expressão de mais dor ainda, como se já esperasse uma resposta.
Eu: Eu... eu não sei! -suspirei- Preciso pensar sobre o que aconteceu hoje. -disse ele assentiu, virei o rosto e ele entendeu que eu não queria mais conversar. Ele saiu vagarosamente da cama e foi até a porta, lá ele ficou me observando por um tempo até finalmente sair.
Agora sim. Agora eu posso desabar! Eu chorava como se não houvesse amanhã, era doloroso demais vê-lo e não abraça-lo, beija-lo e falar o quanto o amava. Mas agora eu precisava mesmo pensar, eu realmente estou magoada.
...
Yaaaaay *----*
Tudo bom com vocês ? ( ispero qi sim ~momento analfabeta~)
Então... tai um cap. fresquinho. sério acabei de fazer u-u
Será que Acabou o Jamantha? :\
Eu não sei de nada u-u
Enfim, até o proximo cap. e fiquem com Deus.
BjBj




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