11 de set. de 2013

Justi a country girl 20 I wanna grow old with you

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        (Leia ouvindo essa musica :http://www.kboing.com.br/justin-timberlake/1-1229345/)

"Mas quando você se apaixona, você enlouquece e o mundo fica diferente
e você faz tudo pela pessoa."
American Horror Story


Eu: eu te entendo, eu nunca fui igual as outras- falei olhando pra ele o que o fez sorri torto. Aproximei meus lábios dos deles, e lhe dei um selinho, logo ele pediu passagem e eu cedi, Justin pressionou meu corpo contra o dele, e pôs suas mãos em minha cintura a a apertou. Sua língua dançava com a minha em uma sinfrônia perfeita, ele continuava a apertar/pressionar meu corpo contra o dele. Ate que o ar faltou e tivemos que parar o beijo, ele me deu dois selinhos seguidos, e depois me olhou e sorriu por alguns segundos. Fui ate seu ouvido e falei baixinho "eu te amo"  ele me olhou e depois me abraçou.

Ficamos um tempo abraçados até que nos desgrudamos quando Alfredo e Sav chegaram gritando na cozinha, e pra piorar o Fredo ficou nós zoando, poxa ate parece que nunca viu um casal . 
Justin: nossa o nível de infantilidade ta elevado hoje hein - falou serio, e ele riu 
Fredo: qual é cara, não sabe mais brincar não ? - falou e riu
Justin: não quando essa brincando inclui minha princesa - falou e me abraçou, que meigo 
Eu: aaaawn - fiz bico - ele me ama, sem mais - falei e ri, entrando na pilha de Fredo
Sav: aaaah Alfredo, já deu né - falou visivelmente irritada 
Justin: é cara, vai pastar - falou e eu não me contive 
Eu: mas pastar não é pra vaca? - perguntei ingênua 
Justin: ah Sam, não quebra minha piada - falou e franziu a testa 
Fredo: você chama isso de piada cara ? - gargalhou, e eu e Sav rimos 
Justin: fica na tua cara - falou bravo, fui ate ele e lhe abracei 
Eu: não liga pra ele amor, você é um ótimo piadista - falei o confortando 
Fredo: ta de zoar comigo ne Sam?- falou rindo,  e eu o fuzilei com os olhos 
Sav: JÁ CHEGAAAA ALFREDO FLORES! - gritou sav, todos nós nos viramos para ela e Fredo a olhou assustado - SE VOCÊ NÃO PARAR DE SER INFANTIL EU VOU TE LARGAR AQUI E VOU EMBORA. -gritou mais uma vez, e eu e Justin rimos da situação .
Fredo: Calma - falou assustado, Sav era assim mesmo, quando ela se irritava com uma coisa ela sempre explodia fácil.
Sav: calma uma ova - falou ríspida- vem agora comigo ! - falou e o puxou pelos braços. logo que eles sairam eu e Justin não nós aguentamos e caimos na gargalhada .
Justin: cê viu a cara do Fredo? -falou em meio ao riso 
Eu: sim,sim - falei e ri mais ainda-  ele ficou muito assustado, tenho medo do que ela vai fazer com ele 
Justin: no minimo ela vai dar uns bons beijos - falou sínico 
Eu: conhecendo minha amiga ela vai é bater nele - falei rindo, e Justin também riu 
Justin: agora chega de falar neles ne ? - falou e veio ate mim- o que acha de assistimos um filme? - perguntou e sorriu 
Eu: eu adoraria - falei e ele colocou sua mão em volta da minha cintura e caminhamos até a sala. 
Justin: o que vamos assistir? - perguntou se sentando no sofá 
Eu: ah... que tal um romance ? - falei e ele fez cara de nojo 
Justin: não.... que tal um de luta?- perguntou e agora foi minha vez de fazer a cara de nojo 
Eu: eu não to afim de ver sangue - falei e ele riu 
Justin: mas é tudo de mentira -  disse rindo 
Eu: mesmo assim ué - falei e continuei procurando um filme. ate que encontrei um, eu não sei se ele gostaria, mas mesmo assim a gente vai assistir - Que tal esse? - falei e mostrei o filme a ele . 
Justin: Querido John? - perguntou 
Eu: sim, é uma linda história de amor entre um soldado e uma universitária - falei olhando pro nada 
Justin: - riu de minha expressão - ah então ok , coloca ai - falou e eu assenti, fui ate o dvd e coloquei o cd dentro e apertei o play . corri ate o sofá e deitei ao lado de Justin, ele sorriu e me abraçou . 

[...]

Depois de uma hora e meia de filme, ate que em fim ele acabou. Justin levantou com um pouco de dificuldade por que segundo ele a sua perna estava doendo, dizendo ele eu estava em cima da mesma. 
Eu: ah pata de reclamar - disse rindo mentalmente 
Justin: você fala isso por que não é sua perna - resmungou
Eu: - revirei os olhos- que seja. - falei e fui olhar a hora, quando voltei Justin não estava mais lá, provavelmente estava no quarto ou em qualquer outro lugar da casa. Subi pro meu quarto e fui direto pro banheiro, eu tava com um enorme calor, tirei minha roupa e liguei o chuveiro. Depois de uns 30 minutos eu sai enrolada em uma toalha. Fui até o meu closet e vesti a primeira roupa que vi pela frente .  
Penteei meu cabelo e me perfumei pro meu namorado é claro , ri de mim mesma e depois desci, quando cheguei lá em baixo vi meus pais entrando, os cumprimentei e sai, eu precisa tomar um ar fresco . 
Caminhei ate o haras, que era sempre pra onde eu ia quando queria pensar e ficar sozinha, me encostei na cerca e fiquei olhando por tempo, fiquei observando o por do sol, como era lindo ... logo já estava escuro, mas eu permaneci lá, você deve está se perguntando no que eu estou pensando certo? pois bem eu lhe direi, eu to pensando nele.... de como eu ficarei quando ele for embora. tudo vai voltar a ser como antes? Eu sei muito bem que sim... sabe, eu não quero nem pensar de como vai ser minha vida daqui a diante, Justin se tornou parte dela em tão pouco tempo, e agora se possível é por ele que eu respiro. Senti alguém me abraçar e conheci logo pelo cheiro . 
Eu: Justin. - sussurrei sorrindo
Justin: ta tudo bem ? - perguntou me abraçando mais forte 
Eu: sim, por que não estaria ? - perguntei, e o vi sorri pelo nariz 
Justin: não sei, mas você já está aqui por um tempo, no que tanto pensa? - perguntou me virando pra poder olha-lo, suspirei e sorri sem humor 
Eu: na gente... - suspirei - como eu vou ficar depois que você partir hein? eu sei que vou sofrer e ... - ele me interrompeu 
Justin: calma princesa, não vamos nós preocupa com isso, vamos viver o agora ! - falou dando um de seus sorrisos confortadores 
Eu: - sorri de volta - 
Justin: não vai ficar assim vai ? - perguntou 
Eu: assim como ? - perguntei frazindo a testa 
Justin: triste...
Eu: e como você queria que eu ficasse? você logo logo vai me esquecer e provavelmente irá arrumar uma outra namorada e ... - ele novamente me interrompeu so que agora com um beijo, ele acariciava meus cabelos enquanto nossas línguas dançavam uma com a outra 
Justin: Eu quero envelhecer com você - sussurrou e eu sorri com aquilo
Eu: não me iluda por favor - falei e sorri
Justin: e quem aqui está brincando? - perguntou olhando pra mim - essa é a mais pura verdade, não vai ser alguns quilômetros que vai me em pedir de te amar . - falou e mais uma vez eu sorria igual uma boba, ele conseguia me fazer sorri apenas com doces e pequenas frases. 
Eu: mesmo assim eu vou senti sua falta - falei enterrando minha cabeça em seu peito 
Justin: ei princesa- falou pegando em meu queixo fazendo assim ficarmos cara a cara - não fica assim, eu também vou sentir sua falta... e muita! - depois de ouvir isso, senti uma pontada forte no coração, eu não queria vê-lo assim ... triste.
Eu: eu so quero que você me prometa uma coisa - falei olhando em seus olhos 
Justin: qualquer uma - falou 
Eu: promete que nunca vai me esquecer? - falei e senti meus olhos lacrimejarem - é que ... eu preciso saber que você permanece me amando, pra eu continuar forte a cada dia - falei já com lagrimas nos olhos, ele me olhou e logo depois me abraçou .
Justin: eu vou te amar pra sempre, sabe por que ? - me olhou - por que meu coração  e será seu ate o dia em que eu morrer - chorei com aquilo - eu não quero te ver triste Sam, isso me maltrata. Eu queria muito poder ficar mas... isso é quasse uma missão impossível . 
Eu: eu sei, e eu não quero que você abandone tudo por mim... eu jamais desejaria isto - olhei pra ele e limpei as poucas lagrimas que escorriam pelo meu rosto
Justin: promete pra mim que nunca vai namorar com outro? - perguntou e eu sorri com aquilo 
Eu: como eu poderia fazer uma coisas dessas? - perguntei e o vi sorri torto 
Justin: sei lá, vai que aparece um cara que você goste mais do que eu e ... - agora foi minha vez de interrompe-lo 
Eu: eu nunca, jamais faria isso, é você quem eu amo - falei com toda certeza e todo orgulho, ele sorri e me selou. Depois de um breve momentos de caricias e beijos, decidimos entrar pra comer alguma coisa. Assim que chegamos todos ja estavam na mesa . 
Eu: Bom noite ! - falei sentando em uma cadeira ao lado de mamãe
Todos: boa noite 
Paul: você não vai a festa do senhor Jim ? - perguntou meu pai 
Eu: que festa? - perguntei olhando pra ele 
Paul: a foguerada - falou - eu pensei que você soubesse, afinal você sempre vai a essas coisas - falou e eu ri 
Rosa: mais ora essa, é logico que ela não ta nem ai pra essas coisas, afinal ela agora tem que curtir muito o namorado dela - falou minha mãe e eu corei 
Eu: mãe - falei envergonhada 
Anne: mais é verdade Sam - falou rindo 
Justin: - riu da situação mas permanceu calado - você quer ir amor? - perguntou e todos fizeram um "awwwn" inclusive meu pai
Eu: eu não sei, to com um pouco de dor de cabeça - menti, por que eu sabia que a Clarie estaria nessa foguerada afinal era na casa do avô dela
Justin: então tudo bem - sorriu- ja que você não vai eu também não vou - falou e me abraçou 
Eu: - sorri - vocês não se importariam se eu fosse pro meu quarto ? - falei levantando e em seguida dando uma pequena piscada para Justin . 
Paul: claro que não filha- sorriu, me dirigir para a escada e quando ia subindo, senti uma mão por volta de minha cintura, me virei e vi que era Justin .
Justin: vou com você - falou e me selou, eu sorri com aquilo e apenas assenti 

Subimos para o meu quarto e me joguei na cama, Justin pegou tirou seu celular do bolso e em seguida colocou em uma musica muito linda. 
Eu: que musica é essa? - perguntei ainda deitada
Justin: Nothing like us - falou e se deitou ao meu lado 
Eu: que linda - sorri - é uma composição sua ? 
Justin: sim - falou e me abraçou - só que eu não gosto muito dela - falou e eu arqueei uma sobrancelha 
Eu: por que ? - perguntei confusa 
Justin: depois eu te conto ta ? - disse e eu assenti, eu não queria perguntar já que aquilo parecia incomoda-lo. Ficamos deitados ouvindo aquela doce canção que tinha uma letra verdadeiramente linda, agora eu me pergunto de onde ele tirou inspiração para ela? enfim isso não importa... No meio dos meus pensamentos acabei adormecendo nos braços de Justin . 




continuuuuuuuuuuuuua 
Eai babys *-------* tudo beeem com voces? espero que sim :D 
enfim, tai o cap. 20, eu espero mesmo que vocês gostem :) 
ate porq ja ta quasse no fim :\ 
isso mesmo eu ja to dando um desfeche para essa ib, e logo em seguida estarei começando uma outra ! enfim fiquem com Deus e aguardem os proximos cap. eu tenho certeza que vão gostar . 
bjbj

4 de set. de 2013

Just a country Girl 19 - Fear

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              ( Leia ouvindo essa musica : http://www.kboing.com.br/taylor-swift/1-1196279/ )

"Eu poderia te abraçar pra sempre, e mesmo assim não seria o suficiente." 
— One Tree Hill


Nós beijamos intensamente sem preocupação parar parar, ate que pela puta falta de ar paramos . 
Sam: vamos Viver Intensamente ! - falou e sorriu 

Sorri com aquilo e a beijei novamente, Sam tinha algo que conseguia me acalmar, sua voz era tão serena que eu seria capaz de dormir enquanto a ouvia falar. Eu estava pensando em um mar de coisas ate que sentir pingos de água sobre mim... sim ela havia jogado água contra mim, então ela quer guerra? comecei a bater as mãos na água pra poder atingir ela.
Me levantei rápido e a peguei no colo e comecei a roda-la. 
Sam: AAAAAAAAAAA para - gritou segurando em meu pescoço
Eu: diz que me ama e eu paro - falei
Sam: NÃO - falou rindo descontroladamente 
Eu: ok então - falei e joguei ela na água 
Sam: Chato - falou fazendo bico e eu ri 
Eu: É serio que eu sou chato ? - falei me aproximando 
Sam: sim, você é - falou dando de ombros 
Eu: você ainda não disse que me ama - falei em seu ouvido 
Sam: E nem vou dizer, você vai esperar sentado - falou rindo 
Eu: ah é ? - falei rindo, ela me olhou e logo percebeu minhas intenções e saiu correndo para a margem da cachoeira.
Sam: você acha mesmo que eu vou deixar você me rodar de novo daquele jeito ? - falou rindo sínica - se liga - falou 

*P.O.V (Sam)*

Depois que falei aquilo Justin veio em minha direção quasse que correndo, olhei assustada para ele . 
Eu: O que vai fazer ? - pergunte, mas não obtive resposta do jeito que queria, ele me pegou no colo com facilidade e eu nem tive tempo de tentar me soltar. - JUSTIN ME PÕEM NO CHÃO ! - gritei e ele apenas riu, caminhando comigo em direção a mesma pedra que eu havia pulado .
Justin: vamos nadar mais um pouquinho - disse e pulou de cima da pedra comigo em seu colo. Só tive tempo de fechar os olhos e tampar a respiração, pois logo já estava sentindo a água entrar em contato com a minha pele . 
Quando voltamos a superfície, eu ainda estava em seu colo, ele me pôs em sua frente e logo depois balançou o cabelo, deixando parecido com a franja que ele usava antes. Justin sorriu e de novo eu vi o quanto seu sorriso era perfeito, assim como seus olhos... Justin também me olhava e nós ficamos nos fitando por alguns segundos ate que ele começou a se aproximar de mim, então ele botou a mão em meu queixo e puxou meu rosto com um pouco de brutalidade o que não foi ruim. 
Sua língua explorava cada canto da minha boca, até que senti ele apetar meu corpo contra o seu, deixando aquele beijo mais quente... quente até de mais. Justin apertava cada vez mais meu corpo contra o dele, senti sua mão passar por minha blusa molhada e em seguida a sentir alisando minha barriga e quando ele estava prestes a subir para meus seios, me dei conta da besteira que estávamos prestes a fazer.
Eu: pa-para Jus-Justin - falei me distanciando, ele me olhou confuso  
Justin: por que ? - peguntou confuso 
Eu: Justin eu não sou como as meninas que você costuma sair - falei brava, Justin me olhou e logo depois baixou a cabeça 
Justin: me perdoa, eu...eu... não queria, sé que você estava aqui... e eu também, ai eu pensei que .... - o interrompi 
Eu: desculpa mais isso não vai rolar ... tão cedo - falei e comei a nadar até a margem, Justin veio atrás de mim e me puxou pelo braço colando nossos corpos, só de olhar para aqueles olhos da cor do paraíso minha raiva já ia toda embora, mais eu não ia dar o braço a torce assim, ele tinha que me respeitar .
Justin: por favor - falou baixo - me perdoa, eu prometo que nunca mais vai acontecer, o olhei e ele permanecia ali intacto me olhando, esperando uma resposta .
Eu: tudo bem - o olhei - só não faz mais isso, eu... ainda não estou preparada, entende ? 
Justin: sim... eu entendo, entendo que você não é como qualquer outra - falou olhando nos meus olhos - só que eu vou está aqui esperando a hora certa está bem ? - disse sorrindo 
Eu: está - falei um pouco envergonhada 
Justin: Eu estou com fome, você não está ? - perguntou a fim de expulsar o clima pesado que havia ficado entre nós dois 
Eu: um pouco - responde sem olhar pra ele 
Justin: então vamos pra casa ? - perguntou 
Eu: tudo bem - falei colocando minhas botas e saindo em sua frente, logo chegamos em casa por que eu estava quasse que correndo na volta,assim que cheguei subi direto pro meu quarto sem nem ao menos falar com ele, eu sei que isso é  um pouco infantil e que ele ja pediu desculpas, mas é estranho seu namorado tentar algo a mais com você e você não permiti, sempre fica um clima pensado. Enfim eu subi pro meu quarto e fui direto para o banheiro, fiquei no chuveiro por meros vinte minutos e logo depois sai, coloquei essa roupa
 Apenas penteei meu cabelo e deixei ele solto mesmo, desci e não encontrei Justin então fui direto para a cozinha, cheguei lá e também não havia ninguém "onde está todo mundo?" pensei. Abri a geladeira e peguei meu doce brasileiro, o famoso brigadeiro, eu mesma que fiz *--* estava em uma panela mesmo, a peguei e coloquei sobre uma bancada e lá fiquei comendo e imaginando todos os momentos que passei com Justin, por que ele tinha que ser tão perfeito? e aquele "pequeno" detalhe eu já esqueci, já passou... estava prestes a colocar outra colherada de brigadeiro na boca, mais infelizmente o telefone tocou. Fui atente mas na hora que coloquei o telefone no ouvido desligaram, não me importei e voltei a cozinha. 
Assim que cheguei lá adivinha sé quem tava em cima da minha cadeira ? se você pensou Justin você errou e feio, não era ele e sim meu Sammy *--* faz um tempo que não fico com ele, fui ate lá e o peguei no colo e também peguei minha panelo u.u 
Fui ate a sala e liguei a tv, e lá fiquei com o Sammy vendo tv e comendo meu doce, estava passando bob esponja quando alguém tocou a campainha, coloquei o Sammy no sofá e fui atender, quando abri a porta dei de cara com a Sav e o Afredo .... Eles me olharam e sorriram .
Sav: amigaaaa- gritou - como está sua vaca ? nunca mais foi me visitar né ? esqueceu da amiga - fez bico 
Eu: claro que não, eu estava justamente pensando em você sua boba - menti u.u 
Sav: hum... acredito - saiu rebolando em direção do sofá e lá sentou e começou a comer o meu brigadeiro, pode isso ? 
Afredo: então - falou e me fez olhar pra ele - cade o Justin ? 
Eu: ah .. eu não sei , ele deve está no quarto, você pode ir lá se quiser - sorri 
Fredo: ok - falou e foi em direção das escadas, fiquei observando ele subir as escadas e depois caminhei em direção ao sofá, e sentei ao lado de Sav.
Sav: e ai, como anda a vida de comprometida? - perguntou lambendo a colher o que me fez rir
Eu: ah... é normal - sorri e ela me olhou 
Sav: e... ele não tentou algo a mais ? - perguntou e eu arregalei os olhos
Eu: Sav... - corei
Sav: ué geralmente os meninos não perdem uma chance- riu- e ele... tentou ? - refez a pergunta
Eu: ah.... não- menti 
Sav: serio - riu alto - nossa ele tem mo jeito de safado e ... - a interrompi
Eu: da pra parar? - falei desconfortável 
Sav: ok então - falou e continuou lambendo a colher, eu a observava atentamente 
Eu: só não vai comer a colher- falei tentando prender o riso 
Sav: otaria- falou seria e me mostrou o dedo do meio, eu apenas ri pois já estou acostumada com esse jeito dela.
Estava passando uma reportagem na tv que falava sobre roupas, e a Sav assistia atentamente, como eu já disse a vocês ela desenha, costura e faz roupas. Eu estava brincando com o sammy,quando ouvi um movimento vindo da escada, estremeci-me por inteira quando ouvi a voz de Justin, sim eu ainda estou com vergonha e um pouco brava. Alfredo sentou ao lado de Sav e ficou observando a reportagem, enquanto Justin permanecia parado de braços cruzados olhando pra mim, de vez em quando eu olhava pra ele mais desviava o olhar bem rapidinho, ate dei mais umas das minhas olhadinhas rápida e dessa vez ele fez um sinal com a mão me chamando ate ele, não hesitei e fui ate lá, quando cheguei Justin tentou pegar em minha mão mais eu não quis e não me pergunte o por quê, ele me olhou confuso mais não disse nada.
Justin: nós precisamos conversar - falou sério, eu apenas assenti, ele apontou para a cozinha e passou em minha frente. 
Quando chegamos lá ele parou em minha frente e cruzou os braços.
Justin: o que você tem ? - perguntou ainda de braços cruzados, olhei pra ele e arqueei uma sobrancelha 
Eu: nada - menti 
Justin: você tem sim Sam, ainda ta assim pelo o que aconteceu mais cedo? - perguntou serio 
Eu: não ....- respondi sem olhar pra ele 
Justin: então olha nos meus olhos  e me diz o que você tem - perguntou olhando pra mim, olhei pra ele mas não respondi. Justin veio ate mim e me abraçou . - Eu odeio o que fiz - falou em meu ouvido, eu não respondi nada, apenas continuei o abraçando .
 Justin: Me desculpa? - perguntou com a voz um pouco baixa - eu tenho medo de te perder - ao ouvir aquilo eu não me contive, eu odiava ter que vê-lo assim ainda mais que eu era o motivo da sua tristeza, peguei em seu queixo e o fiz abaixar a cabeça, depositei um selinho em seus lábios macios.
Eu: não precisa ficar com medo, eu vou sempre está aqui... te amando! eu sempre vou ser inteiramente sua. você só precisa de um pouco de paciência comigo - falei e o vi sorri 
Justin: eu te amo tanto, eu tenho medo de ter perder por que você não é como as outras, eu não sei agir com você - disse sem tirar os olhos de mim
Eu: eu te entendo, eu nunca fui igual as outras- falei olhando pra ele o que o fez sorri torto. Aproximei meus lábios dos deles, e lhe dei um selinho, logo ele pediu passagem e eu cedi, Justin pressionou meu corpo contra o dele, e pôs suas mãos em minha cintura a a apertou. Sua língua dançava com a minha em uma sinfrônia perfeita, ele continuava a apertar/pressionar meu corpo contra o dele. Ate que o ar faltou e tivemos que parar o beijo, ele me deu dois selinhos seguidos, e depois me olhou e sorriu por alguns segundos. Fui ate seu ouvido e falei baixinho "eu te amo"  ele me olhou e depois me abraçou.



continuuuuuuuuuuuuua 
E aaaai, tudo bem com vocês espero que sim *--* como eu havia prometido quarta passada, e fiz um cap. big u.u 
então leiam e comentem o que acharam não custa nada ... 
bjbj






1 de set. de 2013

Memoirs of a zombie love (Cap. Único)

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  ( Leia ouvindo essa musica : http://www.kboing.com.br/my-chemical-romance/1-1057479/ )

"O amor nos torna humanos."

No meio daquela pilha de corpos comecei a imaginar como era a minha vida antes disso. Eu estava me saboreando com um banquete. Banquete de zumbi. Estômagos ulcerados com pulmões cancerígenos, é bom. Lembro-me de quando eu era um humano. Aquele cheiro de carne podre certamente me daria náuseas. Tudo começou quando eu havia sido demitido do meu último emprego.
“Justin, coloque este headset! Você é um péssimo funcionário”
“Vou te mostrar o que é péssimo” – dei um soco na cara do chefe, justa causa. Estava mais fodido do que nunca e sem um puto no bolso (na verdade eu estava com menos de um puto, negativado.) Havia um surto de um vírus desconhecido pela ásia e muita gente tava morrendo. Pela America do sul como sempre nada de muito estranho acontecia e esse vírus era apenas um vírus asiático. ERA. Pois algum desgraçado acabou trazendo essa merda pro Brasil. Foi numa madrugada. Eu devia estar em algum bar, tomei umas 2 latas de skol. Estava um frio desgraçado e por sorte só me restara dinheiro pra um bilhete de metrô. Enquanto desço as escadas da estação santana (zona norte paulistana) percebo que tem alguém me seguindo.
Olho pra trás e vejo um puta dum bichano estranho pra caralho. Ele parecia estar morto, mas estava vivo se é que você me entende. De sua boca escorria um sangue fresco como de estivesse mordido alguém a poucos minutos, seu nariz era pálido e achatado junto ao resto de seu rosto, seus olhos opacos, e sua pele de um tom esverdeado claro estava ligeiramente coberta por terra. Ele parecia não ter o mínimo de noção, muito menos raciocínio. “Só pode ser um zumbi” – pensei. Apertei o passo mas o cara não parava de me seguir. Comprei rapidamente o bilhete e pude reparar uma certa expressão de pânico no rosto do caixa . Não foi atoa que ele abandonou o guichê correndo. Olhei o reflexo da coisa no vidro do guichê. La estava ele, parecia estar ficionado em mim. Tentei correr o mais rápido que pude, porém quando ultrapasso a roleta, percebo que há mais deles. Em questão de segundos começaram a aparecer zumbis de todos os lugares naquela estação, e o camarada do guichê a está hora já devia ter virado comida de zumbi. Fiquei esperando a porra do metrô ou trem (sei la qual o nome que se dá a esse veículo) aparecer. Sentido tucuruvi. Eu desceria na parada inglesa e estaria a salvo. Pelo menos foi nisso que pensei. Percebi que um zumbi estava subindo a escada rolante. Comecei a rezar para que o trem aparecesse rápido. Naquela altura da madrugada só mesmo muita sorte pra aparecer um metrô rápido. E quando o tal zumbi estava a centímetros de me abocanhar eis que surge o trem. A porta rapidamente é aberta e eu pulo como quem pula de um precipício querendo se suicidar. Dentro do trem todos me olhavam. Eu estava caído no chão com uma cara de assustado. Um imbecil ali jogado em plena madrugada.
Eu demorei um tempinho pra perceber que na verdade eles não estavam olhando pra mim, e sim para o zumbi! Sim. A merda do zumbi me seguiu até la. De alguma forma ele conseguiu entrar no mesmo vagão que eu. Quando olho pro lado lá esta aquela fera devorando um por um. No momento em que ele abocanhava um gordo com bigode de mexicano pude reparar em sua face. Ele não era ele. Era ela. Até que era bonitinha. Por fim eu fui o último que restara e ainda faltavam uns 10 minutos para eu chegar na minha estação. Ela ia aproximando-se de mim, com todo aquele sangue escorrendo sob seus lábios e suas vestes. Ela só tinha olhos pra mim e eu só tinha olhos pra ela. Química. Ora foda-se como é que poderia estar rolando química entre um humano e uma zumbi? Tudo bem que a mulherada estava escassa em minha vida mas ficar de bobeira com uma zumbi isso era doentio. Nessa etapa eu já podia ver meu bairro pela janela. Passávamos por cima de prédios e de uma pizzaria vagabunda que vende uma pizza muita da boa embaixo de uma ponte la na parada inglesa. Então quando já podia ser ouvida a voz da locutora “próxima estação…” aquela zumbi chegou em mim. Chegou em mim e me mordeu o braço, desmaiei.
Só me lembro de acordar num lugar sombrio, realmente sombrio. Corvos e abutres pairavam por ali sobrevoando o local cheio de cadáveres humanos misturados a um odor podre de acre sêmen. Estávamos num cemitério. As lápides estavam todas derrubadas e as covas todas reescavadas. Corpos e corpos espalhados e vários zumbis devorando as carcaças. Estranhamente me senti faminto. Senti uma vontade muito grande de comer um pulmão. Então uma voz bem áspera dirigiu-se a mim:
- Querido, você esta com fome? – disse ela. Gostei daquela voz.
- Querido? Sim to faminto. – disse eu enquanto tirava terra de minha testa. – Posso comer aquele pulmão ali? – apontei pra um pulmão preto jogado ao chão, provavelmente um pulmão de algum fumante filho da puta (ex-fumante).
- Claro amor.
- Olha não é por nada mas porque você ta me chamando assim? – disse eu enquanto mordia o pulmão.
- Porque você é meu ganho.
- Ganho? – disse enquanto mastigava.
- Olhe para o seu corpo. Eu te ganhei.
Pude reparar que meu corpo estava com aspecto completamente decrépito. Sim, eu virei um zumbi. Mas não estava muito triste afinal de contas aquilo era pouco diferente do que costumava a ser quando humano. Continuei a me saborear com o pulmão.
- Bom, quer dizer então que você me ganhou. – disse enquanto olhava pra ela. E por um momento percebi que ela era quem estava dentro daquele metrô. Aquela zumbi bonitinha.
- Isso. Ganhos acontecem quando mordemos um humano sem mata-lo. O que eu fiz contigo por exemplo.
- E porque você devorou todos aqueles passageiros?
- Tava com fome.
- Entendo.
Parecia que ela estava gostando de mim. E devo confessar que eu também. Na verdade passei a gostar da garota desde quando a vi naquele vagão com o nariz do gordo mexicano em sua boca. Sexy demais. Bem, com o passar do tempo ela me ensinou a vida zumbi. O modo de viver. Afinal de contas eu agora era um deles. De manhã não fazíamos porra nenhuma. Apenas escavávamos alguma cova a procura de sangue. Isso tomávamos sangue a manhã inteira e ficávamos de papo pro ar. A noite íamos caçar. Caçávamos na região metropolitana de São Paulo. Eramos da zona norte. Lembro que certa vez invadimos uma dessas padaria 24 horas e comemos (no sentido antropofágico) todos os fregueses. Era legal. Eu estava curtindo aquela vida de zumbi. Bem mais interessante do que qualquer vida humana. E com ela ao meu lado tudo era tão belo. Adorava ver aquela garota com tripas na boca. Sempre tão sexy. Ficamos nessa rotina durante um bom tempo. Pela manhã sangue e conversa fiada e a noite um belo de um jantar. Tava maneiro. Mas, o pior estava por vir. O que veio a seguir realmente mudou a minha vida. Mudou a minha vida para sempre. Os humanos estavam montando um grupo de resistência, e toda noite eles estavam saindo pra foder os zumbis.
- Amor, vamos ficar hoje pelo cemitério mesmo. Tem muito deles la fora.
- Aff, eu gosto de curtir a noite. Esses humanos idiotas não conseguem nem nos arranhar.
- Eles estão crescendo. Tem bastante comida aqui não precisa caçar hoje.
- Você quer é que eu fique trancada aqui nesse cemitério. Sei que você é ciumento. Mas eu vou. Se você não quiser ir que fique ai olhando pra essas lápides e… – calei ela lhe dando um longo beijo.
Acabou que eu fui também. Fizemos o mesmo trajeto de sempre. Padarias. E quando nós estávamos dilacerando uns idiotas, eis que eles aparecem. Aquele bando de humanos ferrados cheio de armas na mão.
- Corre porra! – eu disse a ela.
Corremos em disparada mas eles estavam de carro. Eu sabia que sair naquela noite seria um erro, erro fatal. Continuávamos a correr. Não por muito tempo. Um retardado numa caminhonete nos alcançou e começou a atirar. Empurrei minha garota pra dentro de um boeiro.
- Escuta fica aqui e não fala nada. Vou ver como esta la fora.

             ( Leia ouvindo essa musica : http://www.kboing.com.br/my-chemical-romance/1-41419/ )

Subi a porra da tampa e voltei a superfície. La estavam eles. Um massacre estava rolando nas ruas. Pedaços de corpos de zumbi pra tudo quanto é lado. Um genocídio total. Tava foda então resolvi voltar ao boeiro. Quando eu retorno, pra minha surpresa tem um cara la embaixo. Tinha um desgraçado ali embaixo apontando um fuzil pra minha garota. Como ele chegou até ali eu me fico perguntando sobre isso até hoje. Ele estava ameaçando. Era um doente. Sádico. Queria brincar. Então ele deu um tiro no pé dela.
- Aaaaaiiii. – ela gritou.
- Porra cara para com isso! – disse eu.
- Eu quero ver vocês sofrendo. – disse o cara.
- Deixa ela em paz você pode ter a mim. – disse eu me oferecendo pro sujeito.
“Poou!” – outro tiro. O merda deu outro tiro. Dessa vez no braço direito da minha garota. Ela gritava.
- Pelo amor de Deus cara. Você vai acabar “matando” ela!
Ele solta uma gargalhada e da outro tiro. Dessa vez no outro braço esquerdo.
- Aiiiiii. Para por favor. Pare com isso. Não aguento mais! – ela chorava.
- Seu merda. Não vou te perdoar.
- Como é que é? Você me chamou do quê? – disse ele.
- Você ta cheio de merda! – disse eu.
Então ele solta mais um tiro. “Poooou!”. Aquele corpo de garota sapeca caiu no chão. Caiu mais morto do que nunca. O maldito acertou um tiro na cabeça dela. Ela se foi. Meu primeiro e único amor havia partido pra sempre. O cara ria sem parar. Num acesso de fúria fui em disparada na direção do desgraçado. Tomei sua arma e lhe apliquei vários tiros em várias partes de seu copo maldito. Braços, pernas, barriga, rosto. Tudo voou pelos ares feito um pacote de bosta. Então saí daquele boeiro e fui correndo pelas ruas em direção ao cemitério, Não tinha nenhum zumbi nas ruas só humanos. Começaram a atirar em mim, de vez em quando eu acertava um tiro em alguém, Sempre rumo ao cemitério acho que no caminho acertei uns 5 head-shots. Enfim, cheguei a minha fortaleza. Cheguei no cemitério. La tinha zumbi demais era impossível que algum humano chegasse por perto.
Por fim contei a todos a merda que havia acontecido. Falei sobre a morte da minha garota. Eles tentaram me consolar. Em vão. Nada adiantava e eu estava completamente deprimido. Passaram-se anos. A guerra entre zumbis x humanos ainda continua. Com uma leve vantagem para os zumbis. E eis me aqui. Escrevendo minhas memórias como uma carta de despedida. Continuo extremamente deprimido. Abalado demais para viver assim, resolvi que vou me suicidar amanhã. Vou até a praia de santos e vou adentrar mar adentro sem nunca mais voltar. Não sei se um zumbi é capaz de morrer afogado, mas isso pouco me importa. Nada é pior do que ficar sem a sua amada. Pois bem me chamo Justin. Justin um zumbi. É um jeito suave de ir.

                                             

                    Então pessoinhas este foi um imagine meio estranho de apenas um cap . eu espero
                   que vocês tenham gostado pois eu dei o meu melhor u-u . Me desculpem pelo Justin  
                    zumbi ali em cima foi o único que eu encontrei :D 

         


           


























                 

28 de ago. de 2013

Just a country Girl 18 - Living Intensely.

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           ( Leia ouvindo essa musica : http://www.kboing.com.br/taylor-swift/1-1196279/ )

"Volte e diga-me por que me sinto como se tivesse sentindo sua falta todo esse tempo
e encontre-me aqui esta noite, e diga-me que isso tudo não é coisa da minha cabeça"
Everything Has Changed


Estáva com versando com a família de Sam, eles eram muito divertido e também me ajudaram muito. Todo mundo estava falando sobre meu desempenho com o pedido de namoro pra Sam, eu estava muito feliz, ate que ouvi um "Todos já sabiam?" me virei rápido para trás ( parecendo a menina do exorcista) e pude ver Sam ... 
Ela refez a pegunta olhando séria para todos . 
Sam: Então ... todos já sabiam ? - peguntou séria 

Dei um pulo da cadeira e caminhei ate ela , a olhei e pudê ver que ela ainda olhava pra todos séria, a esperando uma resposta, entrei em sua frente e comecei a falar .
Eu: Olha Sam... - fiz uma pausa procurando palavras em minha cabeça - eles me ajudaram a bolar uma forma de te conquistar - falei rápido rezando pra ela desfazer a cara de séria 
Sam: isso eu já entendi - falou seca - eu só estou um pouco decepcionada pelo fato de que todos já sabiam, eu aqui toda feliz ... me roendo pra contar pra minha mãe e .. e ela já sabia - suspirou e me olhou 
Eu: Olha ... eu ... - a dona Rosa me interrompeu e caminhou ate a Sam 
Rosa: olha meu bem ... o mais importante é que vocês estão juntos agora. - falou sorrindo - eu acho que vocês devem se curtir o máximo do máximo nesse momento .
Sam me olhou por alguns segundos parecendo refletir sobre o que sua mãe acabará de dizer.
Sam: é ... você tem razão - me olhou - obrigada pelo o que fez - sorriu 
Eu: eu não fiz mais do que minha obrigação, eu apenas busquei uma forma de conquistar a mulher amada - no momento em que falei aquilo todos falaram um "awn" em coro . Sam sorriu envergonhada e me abraçou . 
Paul: ta tudo muito bom , mas eu tenho que ir agora ... trabalho me chama - falou levantando e dando um beijo estalado na testa de Sam - vamos querida ? - falou pegando o seu casaco e as chaves em cima da mesinha ao lado do sofá .
Rosa: Vamos sim - o acompanhou - fiquem bem - falou e saiu em direção a porta. 
Depois que eles saíram ficamos eu, a tia de Sam e ela tomando café da manhã, as vezes falávamos de ontem e Sam rapidamente ficava vermelha .
Anne: ta tudo muito bom aqui, mas infelizmente tenho que ir embora semana que vem - falou triste 
Sam: mais já ? - falou - a gente passa tanto tempo sem se ver, o minimo que você deveria fazer era ficar 3 meses aqui .. ou ate mais . - falou ela fazendo bico 
Anne: - riu - eu sei querida, sei que passamos pouco tempo juntas, mas eu trabalho e minhas férias já estão acabando - falou tomando um cole de café 
Eu: sem querer me intrometer mais já me intrometendo, onde você mora ? - perguntei curioso 
Anne: a Sam não te disse ? - perguntou 
Eu: não ela não me disse - falei sorrindo e olhando pra Sam 
Anne: - riu e balançou a cabeça - eu moro no Brasil - falou, e um perfeito O se formou na minha boca
Eu: sério ? - peguntei 
Anne: sim sim, inclusive a sua namoradinha ai é brasileira, a mãe dela também é , na verdade a Sam morou no brasil ate os 2 anos né querida ? - falou olhando pra Sam 
Sam: sim - concordou sorrindo, eu a olhei incrédulo pelo fato de ela nunca ter me contado essa parte tão importante da vida dela, quer dizer que eu namoro uma brasileirinha ? hum... agora eu entende por que desse corpinho ai, balancei minha cabeça negativamente tentando expulsar aqueles pensamentos 
Eu: Amor ... por que nunca me disse isso antes ? - perguntei 
Sam: ah eu achei que não era tão importante assim - falou comendo uma fatia de bolo 
Eu: como assim não é ? é claro que é menina, imagina só .. a gente ia casar e eu não ia saber que você é meio brasileira - falei 
Sam: casar ? - arregalou os olhos 
Eu: claro - falei sorrindo 
Anne: normal ué - falou sorrindo 
Sam: mas .. mas a gente acabou de começar a namorar e ... - a interrompi 
Eu: calma amor, isso só vai acontecer daqui a alguns anos - pisquei o olho pra ela, e ela continuava a me fitar . 
Anne: - riu da cara de Sam e se levantou - bom crianças eu tenho que ir agora 
Sam: ir pra onde ? - perguntou 
Anne: sei lá ... pra qualquer lugar , contanto que eu pare de atrapalhar o namorico de vocês - falou rindo 
Sam: você não está atrapalhando nada tia - falou envergonhada , ela riu e saiu . Lá estávamos eu e Sam, sentados em uma imensa mesa, sem falar nada um com o outro, ela me fitava enquanto eu tomava meu café sem falar nada, ate que decidi quebrar aquele maldito silencio que eu odiava .
Eu: môr o que você acha de fazermos uma trilha ? - perguntei
Sam: se você quiser - falou sorrindo 
Eu: e quero - me levantei - vou só ali no meu quarto rapidinho e já volto - falei e dei um selinho nela . 

*P.O.V ( Sam ) *

Justin subiu para o seu quarto para fazer não sei o que, enquanto isso eu fiquei lá terminando meu café da manhã  e pesando na vida . Justin chegou e me abraçou por trás e sussurrou um "vamos?" 
Levantei e o olhei, agora ele estava com uma outra roupa, um shorts e uma blusa preta acompanhados de um vans, quem dera ele fosse normal e usasse o mesmo par de sapatos, quem dera... 
O olhei incrédula mais também não falei nada, saímos e o sol estava aparecendo agora, ele foi em direção ao carro dele, eu fiquei só observando aquela cena que me fez gargalhar de rir .
Eu: o que você está fazendo ? - perguntei prendendo o riso 
Justin: nós não vamos fazer uma trilha ? - perguntou arqueando uma sobrancelha
Eu: sim ... mas nós vamos a pé - falei 
Justin: como ? - perguntou 
Eu: nós vamos a pé ué, vocês da cidade são todos assim ? eu hein, fazer uma trilha de carro, qual a graça ? - perguntei 
Justin: é sério que vamos fazer a pé ? - perguntou incrédulo 
Eu: logico, e não reclame pois foi você mesmo que deu a ideia - falei sorrindo sínica 
Justin: ooh céus aonde eu fui me meter ? ok vamos logo - falou e começou a andar, eu apenas o acompanhei 

Começamos a andar ainda na fazenda do meu pai rumo a uma mata,lá tinha lugares maravilhosos. Eu e a Sav costumamos muito ir lá, estávamos andando até que vejo um pé de amora e resolvo subir, tipo eu amo amora, mas o pé era um pouco alto.
Justin: aonde você vai ? ta ficando doida amor ? - falou rindo 
Eu: espera, vou pegar umas amoras - falei começando a subir no pé 
Justin: isso é alto - falou sério 
Eu: como se eu não fosse acostumada a subir em árvores - falei e continuei subindo 
Peguei algumas amoras e desci do pé e continuamos nossa trilha
Eu: você não quer ? - ofereci
Justin: isso tá sujo Sam - falou e fez cara de nojo 
Eu: dá pra parar de frescura ? - perguntei 
Justin: ta bom - ele pegou e comeu - hum... isso é bom, me da mais 
Eu: eu não ... você nem queira - falei tirando as mãos dele de cima das minhas amoras 
Justin: você vai me negar uma amora ? - fez bico 
Eu: não né - falei 
Ele pegou quasse todas da minha mão e começou a correr e eu fui atrás dele, logo adentramos na mata, passamos por uma arvores lá, mas não se preocupem, conheço esse lugar como a palma da minha mão .
Justin: falta muito mô ? eu to morto - reclamou e colocou o braço sobre meus ombros
Eu: calma estamos quasse chegando - falei e lhe dei um selinho antes de continuar a trilha .
Já dava pra ver o percurso da água passando por nós, "é estamos perto" imaginei 
O caminho era meio complicado agora pois tem muitas pedras, mas finalmente chegamos ao paraíso, ao meu paraíso ! Justin ficou de boca aperta com tanta beleza . 

Justin: nossa mô, aqui é lindo mesmo - falei observando tudo 
Eu: viu, valeu a pena né ? - sorri 
Justin: muita - sorriu de volta 
Eu: vamos ficar mesmo só olhando ? -olhei para ele 
Justin: e você quer fazer o que ? - perguntou 
Eu: que tal isso - falei e corri em direção de uma pedra, e comecei a subir na mesma 
Justin: o que você vai fazer ? - me olhou preocupado 
Eu: você vai ver - sorri 
Justin: cuidado Sam
Terminei de subir e tirei a bota, peguei uma corda que estava enrolada em um galho de arvore e me balançei na mesma . 
Cai na água de uma só vez que senti minha cabeça doer, então demorei um pouco pra subir por que a correnteza sempre me puxava quando tentava subir de volta.

*P.O.V (Justin)*

Linda, a única palavra que definia ela agora, nesse momento, depois ela se jogou na água de uma vez, parecia que ela tinha caído e ela demorou a pra subir, gelei na hora, comecei a gritar por ela, sem resultado, tirei o sapato e pulei na água desesperado atrás da minha Sam, comecei a gritar o seu nome e nada, ate que sinto alguém atrás de mim e me viro na hora, era ela, acho que ela não tem medo de morrer.
Eu: amor ? você está bem ? você ficou louca foi ? - perguntei um pouco irritado pelo fato de ela ter caído da quela forma, por um segundo eu imaginei que tinha perdido-a
Sam: - riu - ficou com medo ? - perguntei 
Eu: mais é claro né Sam , você pula assim daquelas alturas e acha que .... - ela me interrompeu com um beijo 
Nós beijamos intensamente sem preocupação parar parar, ate que pela puta falta de ar paramos . 
Sam: vamos Viver Intensamente ! - falou e sorriu 




continuuuuuuuuuuuuua 
E ai galerinha gostaram ? eu sei que ficou pequeno, mas me desculpem mesmo prometo fazer um maior semana que vem :D então deixem ai nos comentarios poooor favor o que acharam ok ? beijos beijos beijos <3